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Artigo: Princípios do Sistena de Gestão da Qualidade.


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Artigo: Os Princípios da Gestão da Qualidade.

Os Princípios da Gestão da Qualidade

Muitas pessoas desconhecem os fundamentos de gestão da qualidade que orientam e servem de pilar para os requisitos da norma ISO9001, edição 2008. Este desconhecimento é um fator crítico para o estabelecimento de sistemas de gestão; pois pode levar à leituras equivocadas e burocráticas da norma.

O mais incrível é que estes desvios são mais comuns do que se possa imaginar; e está presente nos mais diversos setores e empresas que utilizam ou aplicam os requisitos da ISO9001.

Sendo assim é muito interessante; e na verdade um dever conhecer e divulgar os princípios de gestão da qualidade. Este artigo propõe contribuir com a divulgação destes princípios; porém nossos leitores não devem se contentar apenas com a leitura deste documento. Para realmente obterem a informação completa e a interpretação adequada é recomendado a leitura de livros sobre qualidade e a participação em treinamentos ministrados por pessoal qualificado e experiente no assunto.

 

Os Oito Princípios de Gestão da Qualidade:

1 - Foco no Cliente:

Organizações dependem de seus clientes e, portanto, convém que entendam as necessidades atuais e futuras  dos mesmos, atendam aos requisitos e procurem exceder suas expectativas.

2 - Liderança:

Líderes estabelecem a unidade de propósito e o rumo da organização. Convém que eles criem e mantenham um ambiente interno no qual as pessoas possam estar totalmente envolvidos no propósito de atingir os objetivos da organização.

3 - Envolvimento das Pessoas:

Pessoas de todos os níveis são a essência de uma organização e seu total envolvimento possibilita que suas habilidades sejam usadas para o benefício da organização.

4 - Abordagem de Processo:

Um resultado desejado é alcançado com mais eficácia e eficiência quando as atividades e os recursos relacionados são gerenciados como um processo.

5 - Abordagem Sistêmica Para a Gestão:

Identificar, entender e gerenciar os processos inter-relacionados como um sistema contribui para a eficácia e a eficiência da organização no sentido desta atingir seus objetivos.

6 - Melhoria contínua

Convém que a melhoria contínua do desempenho global da organização seja seu objetivo permanente.

7 - Abordagem Factual para Tomada de Decisão:

Decisões eficazes são baseadas na análise de dados e de informações.

8 - Benefícios Mútuos nas Relações com os Fornecedores:

Uma organização e seus fornecedores são interdependentes e uma relação de benefícios mútuos aumenta a capacidade de ambos em agregar valor.

Fonte: ISO9000, edição 2005.

 

A Employment Consultoria está preparada para auxiliar você na compreensão correta dos princípios de gestão da qualidade e da norma ISO9001: 2008.

 

Para maiores informações entre em contato!

 

Eduardo Viviani

Consultor e Economista

contato@employconsult.com.br





Artigo: A Importância do Processo de Auditoria.

A Importância do Processo de Auditoria.

O processo de auditoria interna é uma das mais importantes ferramentas de medição, manutenção e melhoria dos sistemas de gestão da qualidade. Os requisitos definidos no item (8.2.2) da norma ISO9001: 2008 têm o propósito de garantir que a organização faça uma avalição cuidadosa do desempenho de seu sistema.

Um bom motivo para isto é que frente ao grande trabalho de implantação e manutenção de um SGQ; no mínimo deve-se esperar que o mesmo contribua de forma substancial para estabilidade dos processos, manutenção das rotinas e traga oportunidades críticas de desenvolvimento de melhorias continuas de prática e resultados. Afora os avanços na satisfação do cliente.

Afinal de contas, se não é para obter estes benefícios, porque implantar e manter um sistema de gestão da qualidade?

Infelizmente muitas empresas certificadas passam ao largo dos potenciais benefícios de uma gestão da qualidade. E geralmente tais empresas têm um processo de auditoria interna que não cumpre seus objetivos.

Mas quais são os objetivos de uma auditoria?

A auditoria é um processo, e como processo seu objetivo é a prestação de um serviço interno para a organização.

Este serviço que também é um produto intangível deve contribuir com o suprimento das seguintes necessidades do processo de gestão de um sistema:

Avaliar formalmente três aspectos de um sistema de gestão da qualidade:

·          Aderência à norma ISO9001: 2008;

·          Cumprimento / implantação dos procedimentos e rotinas operacionais dos processos;

·          Eficácia dos processos e, portanto, do sistema de gestão.

Quando a auditoria satisfaz estes objetivos ela fornece a direção da organização uma ferramenta valiosa e poderosa no auxílio à gestão empresarial.

Feita esta afirmação, cabe perguntar:

Se auditoria é tão importante e tem o potencial de trazer tantos benéficos, porque muitas organizações certificadas têm um processo de auditoria que não cumpre seus objetivos? Quais são as falhas de um processo de auditoria que levam a iniqüidade de resultados?

Sem pretensões de esgotar todos os aspectos do tema; ou fazer uma análise muito demorada, a experiência de treze anos de trabalho como consultor e auditor interno nos traz um conhecimento empírico que permite formar o seguinte painel:

Auditorias internas ineficientes e ineficazes são causadas por:

·          Falhas de Planejamento.

·          Falhas ou distorções na formação dos auditores internos.

·          Ausência de preparação adequada.

·          Falhas nos registros de auditoria (listas de verificação e relatórios).

·          Ausência de apoio da direção.

Estes cinco pontos formam um quadro negativo que pode minar a credibilidade da equipe de auditores e sedimentar uma errada visão de que auditoria é perda de tempo, pois o processo é burocrático e não agrega valor.

Quando a organização chega a esta visão (divulgada em conversas de corredores e no submundo da comunicação estilo “rádio pião”) é muito difícil reverter este quadro sem auxílio externo de especialistas.

Neste momento, o leitor deve estar se perguntando quais seriam as causas destes fenômenos negativos?

Novamente, não temos pretensão de esgotar o tema, mas podemos enumerar as principais razões das cinco doenças do processo de auditoria interna.

a)        Falhas de Planejamento: o programa, cronograma e roteiro são feitos sem considerar adequadamente o tempo necessário a duração de cada auditoria, com uso de fluxo aleatório ou ausência total de seqüência lógica entre os processos no plano de auditoria e por último desconsiderar a experiência e conhecimento dos auditores na alocação da equipe e distribuição dos processos entre os participantes.

Somasse a estes fatos o desconhecimento de técnicas de auditoria por parte do responsável pelo planejamento da mesma e o uso de auditoria como técnica de fiscalização (auditorias de surpresa).

b)        Falhas ou distorções na formação dos auditores internos: pessoas que não passaram por um processo de treinamento teórico e prático em técnicas de auditorias, são alocadas para realizar auditorias internas. Ou ainda, pessoas com treinamento insuficiente; sem a educação escolar adequada são alçadas as funções de auditor.

Completa este quadro de desqualificação o desconhecimento da norma de base (ISO9001  ou ISOTS16949) e mesmo desconhecimento dos processos da organização onde o auditor trabalha.

c)        Ausência de preparação adequada: auditores são notificados da auditoria sem tempo hábil para preparação; ou mesmo, não foram orientados a estudarem os processos, procedimentos e instruções de trabalho que irão auditar. E desenvolver / revisar listas de verificação focadas nos processos da organização.

d)        Falhas nos registros de auditoria: as listas de verificação não são preenchidas durante a auditoria, e / ou não descrevem adequadamente a não conformidade (problema), suas evidências objetivas (o que dá rastreabilidade e comprova o fato), documentos de referência (procedimentos internos relacionados) e referência normativa (item / elemento normativo que não está sendo atendido).

Como decorrência dos erros cometidos na elaboração e preenchimento das listas de verificação, os relatórios repetem as mesmas falhas de registros das folhas de coleta.

e)        Ausência de apoio da direção: principal cliente do produto da auditoria não utiliza o relatório de avalição como ferramenta efetiva de auxilio no processo decisório e de gestão empresarial. E ainda não acredita no potencial informativo e analítico desta ferramenta.

Estas falhas no processo, quando não adequadamente tratadas, acabam por se tornar crônicas pela repetição consecutiva o que acarreta outras falhas na auditoria e na capacidade do sistema de gestão da qualidade se manter operando adequadamente com resultados de eficiência e eficácia  crescentes. Contribuindo fortemente para o descrédito na capacidade  da auditoria e do SGQ gerar benefícios.

 

Caso você tenha ficado interessado no assunto e tenha vontade de saber mais e de melhorar o processo de auditoria interna da organização em que trabalha; por favor, entre em contato conosco:

 

Eduardo Viviani

Consultor e Economista

contato@employconsult.com.br





Artigo: O Que é FSC.

 Que é FSC

Seguindo as tendências mais atualizadas sobre divulgação de informações e multiplicação de conhecimento sobre assuntos relacionados à responsabilidade sócio-ambiental; neste artigo, a Employment Consultoria esclarece as principais dúvidas e oferece uma visão geral sobre FSC.

Tenha uma boa leitura.

a) O que é FSC?

(Forest Stewardship Council) ou Conselho de Manejo Florestal é uma entidade internacional não governamental sediada na Alemanha (cidade de Bonn), criada em 1993 com a finalidade de  desenvolver um código de manejo florestal que inclua padrões que traduzem práticas ambientalmente corretas; socialmente justas e economicamente viáveis; que contam com a abrangência e reconhecimento mundial.

b) Quem representa o FSC IC (Centro Internacional) no Brasil?

O Conselho Brasileiro de Manejo Florestal – FSC Brasil, que é uma organização não-governamental independente e sem fins lucrativos, com estrutura de governança própria, cuja missão é promover o bom manejo das florestas brasileiras conforme os Princípios e Critérios do Forest Stewardship Council - FSC.  Concebido em 1996 por um grupo de trabalho e credenciado formalmente como iniciativa nacional em 2002, o Conselho Brasileiro de Manejo Florestal é uma associação civil brasileira constituída por representantes de organizações dos setores social, ambiental e econômico.

c) Em que são baseadas as certificações FSC?

São baseadas nos (P&C do FSC) Princípios e Critérios do FSC. Ao todo são dez (10) princípios cujos tópicos estão citados a baixo:

1.        Obediência às leis e aos tratados internacionais e princípios do FSC;

2.        Garantia sobre posse e uso da terra;

3.        Respeito aos direitos dos povos indígenas e tradicionais;

4.        Manutenção ou ampliação do bem-estar de comunidades e trabalhadores;

5.        Uso múltiplo dos produtos e serviços da floresta;

6.        Manutenção das funções ecológicas e integridade da floresta;

7.        Elaboração de Plano de Manejo apropriado à escala e intensidade das operações propostas;

8.        Monitoramento e avaliação do manejo florestal e seus impactos;

9.        Manutenção de áreas de alto valor de conservação;

10.      Florestas plantadas devem complementar o manejo, reduzir a pressão e promover a conservação das florestas naturais.

Tais princípios se desdobram em critérios, e estes se desdobram em indicadores – sendo o grau de detalhamento maior a cada nível.

d) Os P&C são aplicáveis a outros tipos de empreendimentos, além de exploração de florestas?

Sim, inclusive empresas que utilizam matérias primas oriundas de florestas.

e) Quais tipos de certificação são possíveis?

Ø        Manejo Florestal (FM) - Atesta que empresas manejam a floresta de maneira responsável, de acordo com os princípios e critérios da certificação FSC.

Ø        Cadeia de Custódia (CC) - Atesta a rastreabilidade da matéria-prima que sai da floresta (ou seja, os produtos que levam o selo de cadeia de custódia foram de fato produzidos a partir de matérias-primas florestais certificadas pela modalidade "manejo florestal"). 

f) Quais são as etapas da certificação?

As etapas são:

1.        Contato inicial - a empresa entra em contato com o certificador.

2.        Avaliação - Consiste em uma análise geral do manejo (ou, para o caso de cadeia de custódia: rastreabilidade); da documentação do sistema e das operações, com o objetivo de apontar não conformidades em relação às normas FSC. Nesta fase, devem ser realizadas consultas públicas.

3.        Adequação - Após a avaliação, a empresa deve adequar-se às normas FSC.

4.        Certificação da operação - a operação florestal passa por uma auditoria e então recebe a certificação.

5.        Monitoramento anual - Após a certificação, é realizado pelo menos um monitoramento a cada ano.

6.        No caso de certificação da cadeia de custódia, também é auditado rastreabilidade externa da matéria-prima.

g) Quanto tempo dura um ciclo de certificação?

Um ciclo de certificação dura cinco (05) anos.

h) Quais são os custos envolvidos?

1.        Custos com adequação de layout para segregação e rastreabilidade dos materiais.

2.        Custos com adequações de sistema (TI) para rastreabilidade lógica.

3.        Custos de consultoria para desenvolvimento das políticas e procedimentos do sistema FSC.

4.        Custos com a auditoria de rastreabilidade da cadeia de custódia.

5.        Custos de taxa para uso do marca e selo FSC.

l) Quais são de certificação da cadeia de custódia:

As vantagens são:

Ø        Marketing com o uso do selo verde e logo-marca.

Ø        Potencial de maior mark-up para a linha de produtos certificados.

Ø        Desenvolvimento de políticas e normas que atenderão também a outras normas de gestão sócio-ambientais (responsabilidade social).

Ø        Atendimento a requisitos de mercados específicos no Brasil e no Exterior.

m) Uma empresa é obrigada e certificar toda a sua linha de produtos?

Não, pode ser certificada apenas uma linha específica de produtos.

m) Quais são as grandes certificadoras que fazem o processo de certificação em FSC?

Existem alguns organismos (exemplos: SGS e Bureau Veritas).

 

Fonte: FSC.

 

Eduardo Viviani

Consultor e Economista

contato@employconsult.com.br





Artigo: Sistemas de Gestão Ambiental (ISO14001) – Principais Dúvidas.

Sistemas de Gestão Ambiental (ISO14001) – Principais Dúvidas

Atualmente existem dois grandes conjuntos de normas ambientais no mundo. Normas para controle do ciclo de vida do produto e normas para gestão ambiental.

A serie ISO14000 é destinada à gestão ambiental e tem como principais documentos as normas:

·         NBR-ISO14000 - Que estabelece princípio, definições e conceitos sobre a gestão ambiental.

·         NBR-ISO14001 - Que estabelece requisitos para definição, documentação, treinamento e implantação de um sistema de gestão ambiental (SGA).

·         NBR-ISO14004 - Que estabelece diretrizes para uma gestão ambiental eficaz e auxilia a interpretar e entender a norma NBR-ISO14001, edição 2004.

Quando a direção de uma empresa decide estabelecer e implementar um Sistema de Gestão Ambiental (SGA), ela pode adotar a norma NBR-ISO14001, edição 2004 como seu padrão de referência. E de fato é algo vantajoso e relevante adotar a ISO14001 como padrão, porque é a norma de classe mundial mais reconhecida e de melhor qualidade e resultado na gestão ambiental.

Mas o que é realizar a propalada gestão ambiental?

Em uma abordagem muito resumida, fazer a gestão ambiental é identificar, monitorar, controlar e reduzir os impactos ambientais de uma organização. Em outras palavras, fazer que uma organização:

·         Identifique, monitore, controle e reduza seu consumo de recursos ambientais.

·         Identifique, monitore, controle e reduza ou melhore a qualidade dos resíduos que a empresa entrega para o meio ambiente.

Em uma forma leiga, fazer gestão ambiental é administrar como a empresa interage com o meio ambiente. Esta interação que é importante e inevitável pode ser melhor entendida como as características das operações organizacionais que de alguma forma tem relação com o meio ambiente, essas características são definidas como aspectos ambientais.

Quais são as vantagens que uma empresa tem ao implantar um SGA.

Existem muitas vantagens e dentre ela destaco:

1.        Atender a requisitos contratuais definidos por clientes.

2.        Atender a pré-requisitos de qualificação para participar de concorrências e licitações.

3.        Prover evidência ao mundo que a empresa tem preocupações e prioridades ambientais.

4.        Certificar o SGA da empresa com reconhecimento nacional e internacional.

5.        Melhorar a imagem da organização.

6.        Ampliar os mercados de atuação da empresa e angariar novos clientes.

7.        Reduzir desperdícios.

8.        Reduzir custos operacionais.

9.        Melhorar a lucratividade empresarial.

10.      Prestar um serviço de forte valor agregado à sociedade.

11.      Ter uma ferramenta de marketing externo e interno.

12.      Iniciar o estabelecimento de princípios de gestão auto-sustentável.

Quais são as principais etapas para a definição, documentação, treinamento e implantação de um sistema de gestão ambiental com base nos requisitos da norma NBR-ISO14001, edição 2004?

As principais etapas (conjuntos de atividades) são:

1.        Identificação, registro dos aspectos e impactos ambientais e análise de significância.

2.        Identificação do escopo legal que a empresa deve atender (em média 120 leis ambientais distribuídas entre específicas e gerais).

3.        Adequação ao escopo legal.

4.        Elaboração dos procedimentos e manual do SGA, treinamento e implantação destes procedimentos.

5.        Definição, documentação e implantação da Política Ambiental.

6.        Definição, documentação e implantação dos Objetivos e Planejamento Ambiental.

7.        Elaboração, treinamento e implantação de instruções de trabalho para monitoramento e controle ambiental.

8.        Treinamento e implantação do procedimento de tratamento de não conformidade, definição de ações corretivas e preventivas relacionadas ao meio ambiente.

9.        Auditorias Ambientais.

10.      Retroalimentação do SGA.

11.      Certificação do SGA.

Quais são os principais investimentos relacionados a implantação do SGA?

Os investimentos podem ser classificados em três tipos:

·         Potenciais investimentos para adequação legal.

·         Investimentos necessários à certificação (custos do organismo certificador).

·         Investimentos para consultoria e treinamento.

É importante ressaltar também que a norma ISO14001 é totalmente integrável com sistemas baseados nas normas ISO9001 (Gestão da Qualidade); OHSAS18001(Gestão da Saúde e Segurança Ocupacional) e SA8000 (Gestão da Responsabilidade Social).

A Employment Consultoria esta capacitada a atender quaisquer demandas destas e outras ferramentas de gestão empresarial.

Para maiores informações entre em contato!

Eduardo Viviani

Consultor e Economista

contato@employconsult.com.br





Artigo: Indicadores Estratégicos e o SGQ.

Indicadores Estratégicos e o SGQ

Todos que trabalham com SGQ com base na norma ISO9001: 2008 sabem que os processo tem que ser monitorados, assim o trabalho mais comum é definir indicadores para os processos fazendo uso do conjunto de indicadores que a empresa já possuía para aquela área  do negócio ou organização antes da implantação do SGQ.

A princípio nada de errado; mas o problema é que muitos fazem isto sem uma avaliação correta do indicador, produto, serviço e processo que se pretende monitorar.

Como conseqüência ocorrem problemas, tais como:

1 - Indicadores de eficiência sendo utilizados como indicadores de eficácia.

2 - Indicadores que efetivamente não medem o processo para o qual foram definidos.

3 - Indicadores que gerencialmente não agregam valor, e por isto não são utilizados pelos gestores.

4 - Equipe da qualidade sobrecarregada com a missão de atualizar e analisar todos os indicadores do SGQ.

Mas porque isto acontece?

Além da falta de cultura organizacional de uso de indicadores para gestão do negócio, este fenômeno também ocorre por pelo menos 3 motivos:

1 - As empresas identificam e determinam seus processos, porém não definem adequadamente seus produtos e serviços.

Nota: Devemos entender definir produtos e serviços como:

Definir qual o produto e / ou serviço.

Definir quais as especificações técnicas atributivas ou numéricas para cada um dos produtos e serviços internos do SGQ.

2 - As empresas não desdobram seus indicadores de eficácia das medições dos registros de medições de controle da qualidade de seus produtos e serviços internos (o quanto se está atingindo da conformidade dos produtos e serviços internos. Ver: 8.2.4 – Monitoramento e Medição do Produto).

3 - As empresas não relacionam estes indicadores com objetivos estratégicos do negócio.

Estas três falhas são suficientes para que o conjunto de indicadores de uma organização não motivar suas utilizações ou ainda, que é o pior de tudo, não contribuírem efetivamente para a gestão empresarial.

Indicadores mal estabelecidos também serão subtilizados.  Causando os problemas e não conformidades que algumas equipes do SGQ conhecem, mas não sabem como se ver livre destes problemas.

Assim, um dos passos mais importantes para que o sistema de gestão da qualidade de sua organização seja utilizado pelos gestores e que o conjunto dos indicadores estabelecidos proporcione ações gerenciais e de melhoria é a correta metodologia para a definição dos mesmos.

Torne o seu sistema mais dinâmico; desenvolvendo e utilizando indicadores estrategicamente definidos.

Saiba como fazer isto entrando em contato conosco.

 

Eduardo Viviani

Consultor e Economista

contato@employconsult.com.br





Artigo: Custos da Qualidade.

Custos da Qualidade

Durante toda minha carreira o como consultor de organizações com SGQ certificados, foi possível notar uma grande dificuldade que os profissionais que vivenciam a manutenção destes sistemas têm em comum: O desafio de definir e utilizar um conjunto de indicadores que atraiam a atenção do quadro de gerentes e diretores de suas empresas.

O ponto crucial desta dificuldade é que em muitos casos os indicadores do sistema de gestão da qualidade aparentam não guardar uma proximidade muito estreita com o desempenho do “negócio”.

É claro os bons conhecedores do assunto qualidade sabem que os indicadores de um SGQ; quando bem definidos, são fundamentais para se avaliar o desempenho empresarial, mas, nem sempre isto é muito claro para toda a equipe de gestores.

O que fazer então?

Neste caso, o bom caminho está em tomar três decisões importantes:

1 - Deixar a equipe de gestores participar da definição dos indicadores que serão implementados em seus processos.

Estes índices têm uma estrutura mais simplificada e podem ter seus dados obtidos junto a fontes disponíveis (de uma forma ou de outra) em qualquer organização. Os componentes mais comuns para estes tipos de custos são:

1 - Custos de materiais (matérias-primas, embalagens e insumos) descartados;

2 - Custos de materiais (matérias-primas, embalagens e insumos) utilizados em duplicidade;

3 - Custo horário de mão-de-obra direta e indireta;

4 -Custo da depreciação de máquina e equipamentos produtivos;

5 - Custo da depreciação com equipamentos de controle;

6 - Impostos, taxas e contribuições incidentes;

7 - Custos de transporte e estocagem,

8 - Custos de armazenagem.

9 - Multa por atrasos.

10 - Custos com perda e imagem.

11 - Custos com perdas de contratos e clientes;

12 - Custos com trabalhos burocráticos e administrativos; dentre outros.

Os indicadores de custos da não qualidade e indicadores de custos da qualidade são excelentes para que as avaliações de desempenho dos processos fiquem enriquecidas, e que perdas com refugos, retrabalhos, devoluções, perdas de processo/ máquinas; perdas com supercontrole e excesso de estrutura para CQ sejam mais facilmente denotados e não mais passem despercebidos; se tornado então uma fonte importante para iniciativas de ações de melhorias.

Já os indicadores para medir os custos de prevenção  e  indicadores para medir os custos de riscos da qualidade são mais refinados e requerem domínio de outras técnicas da qualidade, tais como metodologias para desenvolvimento de processos e produtos, FMEA,  à prova de erros, análise de valor  e CEP. Também é necessário ter um conhecimento mais profundo de economia (em especial estrutura de custos).

Os componentes mais comuns para estes tipos de custos são:

 - Custos de seguros;

 - Custos com indenizações;

 - Comparação de retorno de investimento com custo de capital;

 - Precificação de risco da qualidade;

 - Custo com equipe de projetos;

 - Custos com projetos; dentre outros.

O uso de indicadores para custos de prevenção e custos de riscos da qualidade pode se tornar uma excelente ferramenta para redução de custos e aumento de margem; sem, contudo prejudicar a qualidade dos produtos e serviços.

Implante uma estrutura de custos da qualidade; entre em contato:

 

Eduardo Viviani

Consultor e Economista

contato@employconsult.com.br





Artigo: Sistema de Gestão de Responsabilidade Social.

A norma internacional Social Accountability 8000 - SA8000, edição 2008 atualmente é o único padrão internacional com possibilidade de certificação de sistema de gestão. Saiba mais sobre está tendência internacional lendo este artigo:

Sistemas de Gestão da Responsabilidade Social – SA8000: 2008.

Atualmente, e já há alguns anos, existe uma preocupação crescente nas organizações em classe mundial e também nacional sobre os aspectos sociais de seus negócios e como estes afetam seus funcionários, colaboradores, clientes e partes interessadas.

Esta preocupação é legítima e motivada pela crescente conscientização de que as pessoas, o mercado de maneira geral, o governo, organizações não governamentais e  instituições de todos os tipos estão acompanhando de perto como seus fornecedores e agentes econômicos atuam socialmente.

Este acompanhamento está começando a ser utilizado como mais um parâmetro para avaliar a capacidade de fornecimento dos agentes econômicos; para manter a imagem de seus clientes e partes interessadas; e, evitar o envolvimento em situações reprováveis do ponto de vista social, bem como, evitar riscos econômicos, perda de mercado e processos civis.

Assim o sistema de gestão da responsabilidade social é uma ferramenta importante para empresas, organizações públicas ou privadas e instituições de todos os tipos que desejam:

 

a)      Atender os padrões legais nacionais e internacionais e melhorar continuamente o seu desempenho social.

b)      Ter uma ferramenta de auxílio na identificação de requisitos legais, trabalhistas e de saúde e segurança no trabalho, bem como, ter uma metodologia para implementar ações para atendimento a estes requisitos.

c)       Demonstrar a sua preocupação social e sua capacidade potencial de atender e melhorar o atendimento aos requisitos sociais.

 

A SA8000 Responsabilidade Social (Social Acconuntability 8000: 2008) é uma norma de reconhecimento internacional que estabelece requisitos para:

·         Definição e implementação de uma política de responsabilidade social;

·         Requisitos para atendimento as obrigações legais trabalhistas e de saúde e segurança no trabalho.

·         Requisitos de sistema (monitoramento, análise e melhoria de desempenho social).

 

As vantagens de implementação de um sistema SA8000 são:

·         Atendimento a requisitos contratuais.

·         Diminuição de custos de seguros e indenizações.

·         Maior facilidade de obtenção de recursos / empréstimos internacionais.

·         Fortalecimento de marca instrucional; dentre outras.

 

A implementação de Sistemas de Gestão da Responsabilidade Social com base em um padrão normativo internacional e passível de certificação é uma forma exeqüível e inteligente de melhorar o desempenho social de uma organização.

Em nossos dias, evolução técnica e crescimento econômico associado ao controle de  desempenho social e humano são tendências atuais das boas práticas corporativas.

 

Para maiores informações entre em contato!

 

Eduardo Viviani

Consultor e Economista

contato@employconsult.com.br





   

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